Do cadastro ao cartão aprovado, com as telas de verdade
Sem integração, o caixa digita o valor na maquininha na mão — e digitar erra: 45,00 no lugar de 54,00, e ninguém percebe até fechar o caixa. Com a maquininha ligada ao sistema, o valor vai da tela para o aparelho sozinho, o cliente passa o cartão, e a venda se fecha com o número do comprovante guardado. Este guia mostra tudo, do cadastro até o cartão recusado, com as telas de verdade.
Uma tela só resolve a configuração inteira. Ela fica em Integrações → Pagamento e tem quatro partes, na ordem em que você vai usar: Bancos, Roteamento, Nota Fiscal e Maquininhas. Você mexe nisso UMA vez; depois é só vender.
Primeiro você diz ao sistema QUAL serviço cuida da sua maquininha. No caso do PIN PDV (Multiplus Card), é preciso um código chamado token, que você mesmo gera no Portal PIN PDV.
Falta dizer para a Multiplus AVISAR o sistema quando o cliente pagar. Sem isso a maquininha aprova o cartão e a tela fica esperando para sempre — o pagamento aconteceu, mas a venda não fecha. É o erro mais comum de quem configura sozinho.
A conta é como a linha telefônica; a maquininha é o aparelho. Agora você diz QUAL aparelho recebe as cobranças. Se você tem duas, cadastre as duas — o operador escolhe na hora de cobrar.
Configurado, o resto é rotina. Monte a venda como sempre e, na hora do pagamento, escolha o cartão e mande para a maquininha. O valor aparece no aparelho e o cliente passa o cartão.
Funciona igual. A oficina fecha a OS e cobra na maquininha sem digitar o valor de novo — que é onde mora o erro de digitação mais caro do balcão.
No caixa rápido a lógica é a mesma, com um botão flutuante para a maquininha. É o caminho de quem atende fila.
Acontece: sem limite, senha errada, cartão bloqueado. O sistema mostra isso com todas as letras e deixa tentar de novo, sem refazer a venda.
Mandou o valor errado? Clique em Cancelar cobrança. O sistema pede para a maquininha apagar aquela cobrança.
Você clicou em enviar e a maquininha não mostrou nada. Quase sempre é uma destas três coisas, nesta ordem.
Toda cobrança que passou pela maquininha fica registrada com o número do comprovante (NSU), o código de autorização e a bandeira. É com isso que você confere o extrato da adquirente no fim do mês.
A mesma tela funciona no celular, para quem configura fora do balcão ou confere de casa.
As perguntas que mais aparecem quando uma loja começa a usar a maquininha integrada.