Guia passo a passo, com telas reais, para montar um mercadinho autônomo: o cliente escaneia o código de barras, paga no cartão ou PIX e leva — sem caixa, sem fila e sem funcionário. Você configura uma vez; depois, o seu único trabalho é reabastecer as prateleiras.
O Mercado Autônomo é um jeito de vender sem ninguém no caixa: você monta as prateleiras e a geladeira num condomínio, prédio comercial ou academia, deixa um tablet ou computador ligado com a tela de autoatendimento, e o cliente faz tudo sozinho — escaneia o código de barras, paga no cartão ou PIX e leva. A loja fica aberta 24 horas e o seu único trabalho do dia a dia é um só: repor as prateleiras. Como chegar: menu Supermercado → Frente de Loja → Mercado Autônomo.
Nunca usou um sistema de gestão na vida? Sem problema — este é o caminho inteiro, na ordem certa. Vá marcando um passo de cada vez; em cada etapa, o link leva direto à parte do tutorial (ou à tela) que mostra como fazer:
O painel é a sua central de controle. Num relance ele mostra quantos terminais você tem, quantos estão online ou offline e se existe algum alerta pendente. Logo abaixo aparece um cartão para cada terminal da loja, com botões para abrir a tela de venda ou bloquear o aparelho à distância — sem precisar ir até a loja.

Terminal é o aparelho que fica na loja rodando a tela de autoatendimento — pode ser um tablet, um computador com leitor de código de barras ou um totem. Criar leva um minuto: você dá um nome, liga os meios de pagamento e salva. Depois, abrindo o terminal criado, o sistema mostra o QR code e o link da tela do cliente — é esse link que você abre no aparelho da loja, uma única vez.


Depois de salvar, abra o terminal na lista (ícone de lápis). No lado direito aparece o QR Code do Terminal com o link completo logo abaixo:
Na tela de Configuração você define o padrão de todos os terminais: quais meios de pagamento o cliente vê na hora de pagar, os limites por venda e para onde vão os avisos da loja. Como não tem ninguém no caixa, o mercado autônomo trabalha só com pagamento eletrônico — débito, crédito e PIX — e nada de dinheiro vivo.

O dinheiro das vendas cai num caixa do Financeiro — e esse caixa pode abrir e fechar sozinho, todo dia, no horário que você escolher. Você programa uma vez e esquece: o sistema abre o caixa de manhã, registra as vendas em tempo real e fecha à noite com o resumo do dia pronto. Se quiser, ele ainda manda uma mensagem no seu WhatsApp a cada abertura e fechamento.

Para o cliente conseguir escanear um produto, ele precisa existir no sistema — e o jeito mais rápido de cadastrar é bipando o código de barras. Digite ou bipe o número no campo GTIN/EAN e clique na lupa: o sistema procura num catálogo com quase um milhão de produtos e preenche nome e dados fiscais sozinho. Você só confere o preço e salva.

Esta é a tela que fica ligada no aparelho da loja — o autoatendimento que você abriu com o link da seção 2. O cliente toca na tela, escaneia os produtos, confere o carrinho e paga no cartão ou PIX, tudo sozinho. São três passos guiados no topo da tela: escanear, pagar e pronto.




O Supermercado 360 é o painel que mostra a loja em tempo real, de onde você estiver: vendas de hoje, ticket médio, itens vendidos, rupturas — produto que acabou na prateleira — e perdas. É ele que avisa a hora certa de ir à loja repor, para você não precisar ficar lá.

Tudo o que você configurou até aqui já funciona para testar. Para vender de verdade, com nota fiscal (NFC-e) saindo automaticamente a cada compra, a sua empresa precisa de três pré-requisitos fiscais: o certificado digital A1 (a "assinatura eletrônica" da empresa), o CSC (um código de segurança fornecido pela Secretaria da Fazenda do seu estado) e a série do equipamento configurada. Isso é feito uma única vez, na implantação assistida com a equipe da DotCompany — você não precisa mexer em nada fiscal sozinho.
Os termos que aparecem no Mercado Autônomo, em português simples: