Guia passo a passo, com telas reais, para baixar o aplicativo de ponto de venda para o computador, instalar sem se assustar com o aviso do Windows e conectar o caixa à sua empresa em poucos minutos — sem digitar senha no computador da loja.
O PDV Desktop é um aplicativo que você instala no computador do caixa — ele vende rápido, lê código de barras, imprime o cupom na impressora térmica e continua funcionando mesmo sem internet (as vendas sincronizam sozinhas quando a conexão volta). O caminho é simples: baixar o instalador, abrir no computador da loja (se o Windows mostrar um aviso azul, é esperado — veja a seção 3), e por fim conectar o aplicativo à sua empresa apontando a câmera do celular para um QR code. Nada de digitar senha no computador do balcão. Como chegar: menu Ferramentas e Utilitários → Baixar PDV Desktop (endereço /ferramentas/pdv-desktop).
Se você nunca fez isso antes, siga os seis passos abaixo na ordem. Do zero até o caixa pronto para vender leva cerca de 10 minutos, e a maior parte do tempo é o download. Cada passo tem uma seção detalhada, com fotos, logo abaixo.
app.dotcompany.com.br/usuarios/). Abra a pessoa que vai vender, ligue a chave "Esta pessoa vai operar o caixa", escolha um PIN de 4 a 6 números e salve. A tela mostra, em letras grandes, o número do operador daquela pessoa.
app.dotcompany.com.br/ferramentas/pdv-desktop e clique em Baixar para Windows. Depois abra o arquivo baixado. Se o Windows mostrar uma tela azul de aviso, clique em Mais informações → Executar assim mesmo — é esperado e a seção 3 explica por quê.
ABCD-1234, com um QR code ao lado e o endereço escrito embaixo.
app.dotcompany.com.br/api/public/v1/oauth/device em qualquer navegador. Faça login, digite o código que está na tela do caixa e escolha em qual loja aquele caixa vai trabalhar. Clique em Autorizar.
/pdv/equipamentos). O computador aparece em "Caixas conectados", no topo, com o nome do aparelho, quando pareou, o último contato e um botão Desconectar este caixa — para usar se o computador for perdido, roubado ou sair da loja.
Esta é a parte onde mais gente trava — e quase sempre pelo mesmo motivo: o PDV pede "Operador (ID)" e PIN, mas esses dois dados não existem sozinhos. Alguém precisa criá-los antes, no ERP, pelo navegador. É rápido: leva menos de um minuto por pessoa.
app.dotcompany.com.br/usuarios/.
1234 e datas de nascimento — o PIN é o que autoriza vender no seu caixa.
Na própria lista de Usuários, quem tem PIN aparece com um selo azul "Caixa #512" ao lado do nome — o número no selo é o número do operador. Assim você confere a equipe inteira de uma olhada, e nunca mais precisa abrir usuário por usuário para lembrar um número.
Na tela do caixa existe, ao lado do teclado numérico, um campo de QR do crachá. Ele está reservado para um recurso de crachá que ainda não está disponível — hoje o ERP não emite esse código, então esse botão não vai funcionar por mais que você tente.
A entrada no caixa é pelo PIN. É o caminho completo, testado e o único necessário. Quando o crachá existir, ele será um atalho a mais — nunca um substituto do PIN.
Esta é a tela de download. Quando você abre a tela a partir de um computador Windows, o cartão do Windows ganha uma marca Seu computador — é a versão certa para o aparelho que você está usando. Ele mostra a versão mais recente (o número aparece no próprio cartão), o tamanho do arquivo, a data de publicação e, logo abaixo do botão de baixar, a impressão digital do arquivo (explicada na seção 4). Ao lado ficam os cartões Linux e Android: cada um mostra o botão de baixar somente quando aquela versão está publicada — enquanto não estiver, o próprio cartão avisa Em preparação. Quem manda é sempre a tela, não este texto.

Logo abaixo do cartão de download fica o card Novidades, com o que mudou na versão mais recente — o número dela aparece no próprio card, sempre atualizado. Ao longo das versões o caixa foi ficando bem mais completo: PIX na tela do caixa, pagamento combinado, self-checkout para mercado autônomo, modo quiosque, instalação em 1 clique com assistente de primeira configuração e carrinho recuperado depois de uma queda de energia — se faltar luz, ao abrir de novo os itens que você já tinha bipado voltam para a tela. Nas versões mais novas entraram ainda o assistente de primeira configuração, o modo treinamento e o pareamento automático — o caixa recém-instalado já mostra o código de liberação sozinho e, depois de autorizado, vai direto para a tela de entrar no caixa. A lista logo abaixo explica cada uma no dia a dia.

Três frentes: o desconto passou a descontar de verdade, nenhum aviso do caixa fica mais escondido atrás de uma tela, e o semáforo de saúde acusa na hora quando o caixa está com internet mas parou de receber atualizações.
Se finalizar a venda te dava trabalho — principalmente quando alguém aperta a forma de pagamento errada — esta versão é sobre isso.
Se você digitou o código de barras e o caixa não achou o produto — mesmo com o produto cadastrado e aparecendo na busca por nome (F2) — esta versão resolve.
Se você digitou o número do operador e o PIN e nada aconteceu, esta versão resolve.
Se o seu produto está cadastrado em quilo e o caixa dizia "não é vendido por peso", esta versão resolve — e o peso passa a entrar sozinho. Passo a passo em ⚖️ Vender por peso.
Esta versão conserta a balança. Se você já tentou vender por peso e não conseguiu, o problema não era a sua balança. O passo a passo completo está em ⚖️ Vender por peso.
A primeira versão 1.0. Ela traz tudo o que estava na 0.8.4 — nada se perde ao atualizar — e entregou as melhorias de caixa pedidas:
Na primeira instalação, o Windows pode mostrar uma tela azul dizendo "O Windows protegeu o computador". Respire fundo: isso não é vírus e não é defeito — acontece porque o instalador do PDV Desktop ainda não tem uma assinatura digital paga (um "selo" caro que a Microsoft cobra dos programas). O próprio sistema já numerou os dois cliques que você precisa dar para seguir em frente.

Assim que a instalação termina e você abre o PDV Desktop pela primeira vez, ele não abre a tela de vendas: abre um assistente que prepara o caixa com você. São 7 passos numerados com letra grande e botões grandes, feitos para serem tocados no dedo. O assistente aparece uma única vez e não volta depois de concluído. O que abre no lugar dele depende do modo que você escolher no passo 6: no Autoatendimento abre a tela de vendas; no Operador abre a tela de login, em que o funcionário digita o número dele e o PIN.


XXXX-XXXX. É esse código que o responsável vai digitar no sistema (seção 7).






XXXX-XXXX) e o QR code.Todo instalador do PDV Desktop tem uma "impressão digital" única — um código chamado SHA-512, mostrado logo abaixo do botão de download (seção 1). Ela funciona como uma digital de verdade: se um único byte do arquivo fosse trocado, o código mudaria por completo. Você não precisa decorar nem conferir esse código na mão — o próprio aplicativo confere essa impressão digital sozinho a cada atualização, e recusa qualquer arquivo que não bata certinho.

O PDV Desktop roda em computadores simples, do tipo que já existe em qualquer loja. Antes de instalar, confira esta lista rápida — nenhum item costuma ser um problema.

sudo dpkg -i) e Android (celular/tablet, Android 7 ou superior). Os três já estão disponíveis para baixar, cada um com a versão e a data dele — repare que os números são diferentes entre as plataformas, e isso é normal.Comparado a vender direto pelo navegador, o PDV Desktop foi pensado para o ritmo do balcão: menos cliques, mais velocidade e nenhuma dor de cabeça se a internet cair.

Depois de instalado, o PDV Desktop precisa se conectar à sua empresa no ERP — e isso é feito sem digitar nenhuma senha no computador da loja. O aplicativo mostra um código curto na tela; você (ou o gerente) abre o ERP em qualquer outro aparelho — o celular, por exemplo — aponta a câmera para o QR code (ou digita o código à mão) e autoriza aquele caixa específico em poucos segundos. Esse passo se chama parear: ele dá ao aplicativo acesso à sua empresa no ERP (catálogo, estoque, clientes). Importante: parear conecta, mas ainda não libera a emissão de nota — para vender emitindo NFC-e a empresa precisa de mais alguns pré-requisitos fiscais (a seção 8 explica a diferença entre parear e provisionar).

ABCD-1234), o QR code e o endereço por escrito. Se o código vencer sem ninguém autorizar, ele gera outro sozinho. O botão "Gerar outro código" existe só para quando você quiser forçar um novo.app.dotcompany.com.br/api/public/v1/oauth/deviceXXXX-XXXX) e escolha em "Em qual loja este caixa vai trabalhar?". Depois clique em Autorizar (ou Negar, se você não reconhecer o código).O botão Meus caixas (no topo da tela de download) abre a tela Frota de PDVs — o caminho no menu é Fiscal → Equipamentos PDV (endereço /pdv/equipamentos). Desde agosto/2026 essa tela tem duas partes, e entender a diferença resolve a confusão mais comum de todas:

Um dia o caixa abre e aparece um aviso falando em parear de novo. Com fila na frente, dá aquele aperto. Respire: os três avisos possíveis têm cara parecida e gravidade bem diferente — e em nenhum deles a solução é revogar ou provisionar equipamento. Antes de qualquer coisa, o mais importante: a venda continua funcionando nos três casos. Termine o atendimento primeiro; depois cuide do aviso.
Leia a mensagem com calma e compare com os três textos abaixo. É a mensagem que decide o que fazer — não o susto.
Ela aparece quando o caixa foi pareado antes de recursos novos existirem (maquininha e PIX pela tela do caixa). A renovação automática do acesso nunca amplia permissão — por isso o único jeito é parear uma vez de novo. Não é defeito, não é vírus, não é cobrança.
Parear. É esse clique que pede um código novo ao ERP — aí sim aparece o "Código do dispositivo" curto, como ABCD-1234, com o QR ao lado. (Não confunda com o Caso 2 mais abaixo: lá, com "restaurando o pareamento…" na tela, é justamente para não clicar em Parear. Aqui, com a faixa de permissões novas, o clique é o caminho certo.)Quando o PDV abre, ele precisa entregar o acesso guardado ao serviço interno do caixa. Na primeira abertura depois de instalar ou atualizar, o antivírus do Windows verifica o programa novo e isso demora: em máquina real esse serviço levou de 1 a 2 minutos e meio para ficar pronto. O aplicativo foi feito de propósito para não desistir de esperar.
Revogar é uma ação sobre o equipamento fiscal, em Fiscal → Equipamentos PDV (endereço /pdv/equipamentos, a tela da seção 8) — e a tela inteira só abre para quem tem permissão de administração fiscal. O botão Revogar fica na linha do equipamento e abre uma janela vermelha Revogar PDV, com o aviso "O dispositivo deixará de emitir NFC-e" e dois campos opcionais (token do dispositivo e motivo).
Baixar, instalar e parear (seções 1 a 7) conecta o caixa à sua empresa — mas ainda não é o suficiente para emitir nota fiscal. O sistema é feito assim de propósito, para proteger você: sem os itens abaixo prontos, o PDV não emite e a nota fica pendente, em vez de sair errada. Esta seção mostra o que falta e onde fica — sem entrar no passo a passo fiscal, que é feito com quem cuida da parte fiscal da sua empresa.
A partir daqui as telas são do programa que você instalou — não são as telas do PDV do navegador. Abra o PDV Desktop pelo atalho na área de trabalho, entre com o seu PIN e você cai direto na tela de Venda. Com o carrinho vazio ela diz, no meio da tela, "Tudo pronto pra sua venda" — é o sinal de que o caixa está no ar e esperando o primeiro produto.

100,00) e clique em Abrir caixa.Com o caixa aberto, vender é bipar: encoste o leitor no código de barras e solte. O leitor se comporta como um teclado muito rápido — ele digita o código no campo "Código / leitura do scanner" e dá o Enter sozinho. O item cai na lista na hora e o Total sobe. Sem leitor? Digite o código e aperte Enter. E quando o produto não tem código de barras (uma banana, um pão, uma peça de roupa), use a busca por nome: aperte F2 (ou o botão Buscar na barra de baixo).


Se a sua loja tem açougue, hortifruti ou self-service, a balança do fundo da loja imprime uma etiqueta com o peso (ou o preço) escondido dentro do próprio código de barras. O problema é que cada loja programa a sua balança de um jeito — e até agora o PDV entendia um formato só. Numa balança programada diferente, ele lia o produto errado, o valor errado, ou os dois — e o pior: sem erro nenhum na tela, porque o código continua "válido" de qualquer jeito. A loja só descobria a diferença no inventário.
Agora o formato é escolhido por você, e dá para conferir bipando uma etiqueta — leva menos de um minuto e só precisa ser feito uma vez:
A cena é a do balcão de todo dia: você bipou uma lata de refrigerante e o cliente pede também sorvete a granel, que é vendido por quilo. Você não sai da venda e não abre outra tela: coloca o pote na balança, aperta F9, e o peso entra na linha do sorvete como quantidade em kg — o valor sai do peso vezes o preço do quilo. A lata continua na venda, com 1 unidade. Uma venda, dois jeitos de contar, sem trocar de tela.



Balança sem cabo, sem energia, porta trocada, balança emprestada para o outro caixa: acontece, e a venda não pode parar por isso. O caminho manual existe e dá exatamente o mesmo resultado:
Se a sua balança imprime etiqueta (açougue, padaria, hortifruti), o peso já vai dentro do código de barras — é aquele código que começa com 2 e muda a cada pesagem. O PDV entende essa etiqueta das duas maneiras:
Balança com defeito, cabo ruim ou interferência às vezes manda lixo no lugar do peso — tipicamente um número enorme, como 999,999 kg. O PDV não aceita: ele recusa a leitura, explica que o número é impossível e manda repesar ou digitar no F3.
O PDV só oferece a pesagem para produto que é vendido por peso, volume ou medida. Quem diz isso é o campo Unidade no cadastro do produto: KG, G, LT, ML, M, M2. Um produto cadastrado em UN (unidade), CX (caixa) ou PC (peça) não abre a pesagem — e isso é de propósito: ninguém vende "meia caixa de leite".
Com os produtos na tela, aperte F10 (ou clique em Finalizar venda). A tela de pagamento agora ocupa a tela inteira e se ajusta sozinha a qualquer monitor — do notebook de balcão ao mais largo. Em cima fica Cobrando desta venda, com o total; a informação vem em duas colunas (o que já foi lançado de um lado, como cobrar o resto do outro), e em telas estreitas ela vira uma coluna só, sozinha. Escolha como o cliente vai pagar — Dinheiro, PIX, Crédito, Débito ou Crediário — e informe o valor. Uma mesma venda pode misturar formas: parte em PIX, parte em dinheiro.


Cliente de todo dia que paga no fim do mês, funcionário com desconto em folha, obra com conta aberta: é o convênio (o antigo "fiado", organizado). No PDV isso é uma forma de pagamento como dinheiro e PIX — a diferença é que a venda fica no nome de alguém, e o sistema precisa saber de quem.

O PDV nunca diz apenas "não pode". Ele diz o motivo, em português, para o operador saber o que fazer sem ligar para o escritório:
A venda no convênio nasce como conta a receber no nome do cliente, e é lá que ela é cobrada e baixada. No documento fiscal, o pagamento sai identificado como crédito da loja — que é o código correto para venda a prazo da própria loja. Antes desta versão ele saía como "outros", o que fazia a apuração misturar fiado com formas que não são fiado.
Toque em Finalizar pagamento. A tela responde com um "Pago!" e o troco em letras enormes (para o caixa não errar na hora de devolver), a gaveta abre quando houve dinheiro, a venda é gravada no próprio computador e o carrinho fica limpo para o próximo cliente — tudo em um toque só. O papel depende da impressora térmica configurada neste caixa. Se o comprovante não sair sozinho, não feche a venda de novo (isso duplicaria a venda): imprima pelo F6 — 2ª via, logo abaixo.

O dinheiro entrar é uma coisa; a nota fiscal ser autorizada pela Secretaria da Fazenda é outra. O PDV Desktop nunca diz que emitiu se não tiver a confirmação. Existem três respostas, e todas aparecem em português na mesma linha:
Um caixa pode emitir NFC-e (a nota fiscal do consumidor) ou entregar um recibo de venda sem valor fiscal. Quem decide não é o PDV — é a configuração da sua empresa no sistema. O caixa obedece. Isso existe porque a escolha errada tem consequência fiscal, e ela não pode depender de qual botão o operador tocou no balcão.
Quando a nota é emitida, a resposta da Sefaz volta para o próprio caixa — o operador não precisa abrir o sistema no navegador para saber se autorizou. A venda passa a oferecer o Cupom fiscal na 2ª via (F6), e é por aí que você reimprime para o cliente que voltou pedindo.
No fim do turno você conta a gaveta e o caixa compara com o que devia ter. A ordem aqui é o que dá valor à conferência: primeiro você digita o que contou, e só depois o sistema mostra o esperado. Conferência com o resultado na tela não confere nada — quem vê o número antes, tende a "achar" exatamente aquele número na gaveta.

Sobrou ou faltou dinheiro? O caixa diz "Há diferença no valor contado. Confirme para fechar mesmo assim." e deixa fechar. Isso é deliberado: diferença de caixa é fato do dia a dia, e travar o fechamento não faz o dinheiro aparecer — só impede o turno de terminar. A diferença fica registrada, com quem fechou e quanto.
O comprovante do fechamento traz todas as parcelas que formam o valor esperado — inclusive o dinheiro do turno e o que já foi recebido de contas abertas (que está na gaveta e é fácil esquecer). Se a conta do papel não fechar de cabeça, é porque falta uma parcela na sua soma, não no sistema.
Sangria é retirar dinheiro do caixa no meio do turno (levar ao cofre, pagar um frete). Se o valor que você digitou for maior do que o caixa acha que tem na gaveta, o PDV pede confirmação em vez de recusar — porque quem está olhando a gaveta é você, e pode haver entrada que o sistema ainda não viu. Antes desta versão ele recusava, e o operador ficava sem saída no meio do turno.
Depois que o fechamento (o Z) foi feito e impresso, aquele turno está encerrado: estorno de conta de cliente não é mais debitado dele. O caixa recusa e explica. Sem isso, um estorno lançado no dia seguinte mudava o valor de um Z que já estava impresso e assinado — e o papel na mão do dono passava a discordar do sistema.
Em lanchonete, bar, restaurante e self-service o cliente consome primeiro e paga depois — e quase nunca é a mesma pessoa que atende e que recebe. A comanda resolve isso: você abre uma conta, tudo que a pessoa pega vai entrando ali, e na hora de pagar o caixa acha a conta pelo número ou pelo nome. A conta pode até receber uma parte agora e continuar aberta. Tudo funciona dentro do próprio computador do caixa, então não para se a internet cair.

(62) 9****-4477), para você reconhecer o cliente quando ele voltar. O número inteiro não é guardado.Tem dois jeitos, e os dois terminam do mesmo jeito: a conta já fica grudada na tela de venda, pronta para você bipar. Não existe passo no meio.

Com a conta ativa, tudo que você bipa, digita ou pesa entra nela — inclusive a balança (o prato do self-service com 0,652 kg entra com o peso certo, sem arredondar). Para voltar a uma conta que já existe, aperte F5 e clique no nome (ou digite o número, ou aperte o dígito 1 a 9 da posição dela na lista): o carrinho é montado com tudo que aquela pessoa já consumiu.
A faixa em cima do carrinho diz sempre onde você está — ela nunca some, e é a primeira coisa a olhar antes de bipar:
Quando há conta ativa, o botão F10 troca de nome: de "Finalizar venda" para "FECHAR CONTA". Dois nomes para duas coisas diferentes, no lugar em que você já está olhando.
Acontece o tempo todo: são quatro na mesa, um precisa ir embora e quer deixar a parte dele. A conta continua aberta e continua recebendo item — só que com uma parte já paga.
Às 23h, com a mesa ainda comendo, o PDV não trava o fechamento do caixa — mas também não deixa passar em silêncio.
O mesmo PDV atende supermercado, lanchonete, loja e oficina. Em supermercado a comanda não faz sentido — então ela é opcional, e quem decide é você, no sistema (não no caixa).
/fiscal/nfce/configuracao/).Com a lista de contas aberta, o F2 procura conta — e não produto. (Antes ele abria a busca de produto e ainda fechava a lista de contas na sua cara, bem no meio do balcão cheio.) O campo diz o que aceita: "Procurar pelo nome, pelo número ou pelo final do celular…".
(62) 9****-4477), então o miolo do número não existe nem no computador do caixa — digitar o telefone inteiro não acha nada.No bar cheio você atende três pessoas ao mesmo tempo, e nenhuma delas quer esperar. Abrir várias contas sempre foi possível — só que, com uma conta aberta, a tela oferecia apenas Receber e Sair: as duas coisas que terminam um atendimento, e nenhuma que começa o próximo. Agora a própria faixa da conta traz Nova conta e Trocar, o Shift+F5 guarda a conta e libera o caixa, e o painel F5 mostra todas as contas de uma vez. A conta anterior nunca fecha sozinha, e nada se mistura entre uma e outra.
Com uma conta ativa, a faixa azul em cima do carrinho passou a ter dois botões novos, do lado dos que já existiam:
Metade do balcão não abre conta nenhuma — chega, pede, paga e vai embora. Para atender essa pessoa sem perder a conta que está no caixa, use Shift+F5. O botão se chama "Guardar e vender avulso" e faz exatamente o que diz:
O painel agora abre em tela cheia e se ajusta ao monitor que você tem — do notebook de balcão ao ultrawide. Com 20 contas abertas, você lê a situação do salão inteiro sem abrir nenhuma:
Cliente desistiu, você abriu a conta no nome errado, bipou tudo no cliente errado. Antes não havia saída: a conta ficava presa na lista para sempre e o botão vermelho Cancelar dizia "Cancelado" e deixava o carrinho do jeito que estava. Agora existem duas saídas, e elas são coisas diferentes — vale entender a diferença antes, porque uma delas não tem volta:
O botão vermelho Cancelar (na barra de baixo) agora cancela de verdade — e por isso pede dois toques, como a lixeira das vendas em espera:
No modo Autoatendimento (o "self-checkout" do mercado) não há operador: o próprio cliente encosta os produtos no leitor, escolhe como pagar e leva. É o modo que você escolhe no passo 6 do assistente de instalação (seção do assistente). Três coisas mudaram nele, e as três são sobre não deixar o totem sozinho fazer besteira: ele agora trava, aceita cartão e não vende bebida nem cigarro sem alguém conferir. Essa última passou a valer também no caixa com operador — está explicada aqui embaixo, no mesmo lugar.
Antes, o totem instalado pela tela abria destravado: o cliente conseguia fechar o programa, minimizar, chegar à área de trabalho. Agora, ao tocar em Autoatendimento no assistente, aparece uma chave já ligada:
Até aqui o totem só fechava venda no PIX: quem chegava com cartão ou dinheiro tinha que chamar um atendente — o que, na prática, acaba com a ideia de autoatendimento num mercado. Agora o cliente paga sozinho no débito ou no crédito, na mesma maquininha que o caixa já usa.
O que acontece quando não dá certo — e aqui está o cuidado com o dinheiro do cliente:
Um totem não confere documento sozinho. Então, quando o cliente encosta uma cerveja, um vinho, uma cachaça ou um maço de cigarro, o PDV faz o que um caixa humano faria: chama alguém.
Esse cuidado não é só do totem. No caixa com operador, o aviso de conferir documento agora aparece igual — e a diferença importante é quem confere:
Este era o defeito mais caro dos três, e valia para os dois — totem e caixa do balcão. Um código de barras que não estivesse no seu catálogo entrava na venda a R$ 0,00: o produto saía de graça pela porta e ninguém percebia.
Até aqui o autoatendimento tinha um jeito só de vender: o cliente escaneia o código de barras e paga — perfeito para mercado. Agora existe um segundo modelo, o Cardápio Touch, feito para lanchonete, padaria, açaiteria e docerias: o cliente não precisa de código de barras nenhum — ele navega por categorias com foto, toca no produto, escolhe a quantidade e monta o pedido sozinho, como nos totens das grandes redes de lanche. E o melhor: as categorias são os grupos que você já cadastrou nos seus produtos no sistema — não há nada novo para preencher. O carrinho, o PIX, o cartão e a conferência de bebida alcoólica são os mesmos do autoatendimento de sempre.


O visual do Cardápio Touch acompanha a sua marca: são 6 temas de cor — Esmeralda (o verde padrão), Rubi (vermelho, cara de hamburgueria), Safira (azul), Âmbar (laranja, padaria e cafeteria), Rosa (doceria e açaiteria) e Grafite (escuro, premium). Só a cor da marca muda — os avisos continuam nas cores universais (vermelho é recusa, verde é sucesso), para nunca confundir o cliente.


Esta é pequena de explicar e cara de acontecer. Quando o totem não conseguia vender um produto, ele mostrava o recado na cor de sucesso — o verde. E o cliente está sozinho, sem ninguém para conferir por ele: bate o olho no verde, entende "deu certo", pega o produto e vai embora sem ter pago aquele item.
O modo treinamento serve para ensinar alguém a usar o caixa sem bagunçar a loja: nele nada é emitido, nada baixa do estoque e nada é cobrado de verdade. É ótimo para treinar — e é exatamente por isso que ele precisava de uma tranca. Até agora, o treinamento ligava com o PIN de qualquer operador. Como em treino a venda não existe (e o fechamento do caixa continua batendo certinho), dava para passar mercadoria pela porta sem deixar rastro nenhum.
/fiscal/nfce/configuracao/). É a mesma tela onde ficam o Layout do PDV e as Comandas.A tela de venda não precisa ser igual para todo mundo: um mercado, uma loja de roupas e uma lanchonete vendem de jeitos diferentes. Em Fiscal → NFC-e → Configurações de NFC-e, o bloco Layout do PDV mostra 8 modelos de tela — cada cartão traz uma miniatura viva (desenhada com as medidas do próprio modelo, não é uma foto que envelhece) e um botão Ver ao vivo. A pré-visualização abre com os produtos da sua empresa, e nela nada é emitido nem salvo — é só para você olhar antes de decidir.

/fiscal/nfce/configuracao/).
Aqui dá para ver a diferença sem instalar nada: a mesma venda, com os mesmos produtos e o mesmo total (R$ 104,80), desenhada por dois modelos diferentes. À esquerda, o modelo que está aplicado hoje (Clássico Balcão). À direita, o modelo novo. Nada aqui é montagem: as duas telas foram fotografadas na demonstração do sistema, uma do lado da outra, no mesmo dia.


Alguns termos que aparecem no PDV Desktop, em português simples:
sudo dpkg -i. Já está disponível na tela de download.Este tutorial leva você do download até a primeira venda fechada no programa instalado (seções 1 a 7 para instalar e conectar; "A primeira venda", em 4 partes, para vender de verdade). Existe também o PDV que roda dentro do sistema, pelo navegador: ele resolve as mesmas coisas, mas é outra tela, com outros botões — não confunda uma com a outra. Se você usa (ou vai usar) esse, o tutorial irmão é este:
↗ Abrir o Tutorial do PDV & Balcão (o PDV do navegador)