Monte a sua loja, receba pedido, separe, despache e acompanhe o resultado — passo a passo, com as telas de verdade e áudio em cada seção.
Como a sua loja funciona, numa frase: você personaliza → publica → cadastra os produtos (a IA escreve a descrição por você) → divulga o link → o cliente compra na vitrine → o pedido cai no seu painel → você aprova, separa e entrega. 🛒
É o seu ponto de partida todo dia. Ele mostra quanto a loja faturou, quantos pedidos entraram, o ticket médio (quanto, em média, cada cliente gasta) e — o mais útil — o círculo "Loja pronta para vender", que é uma lista de tarefas: logo, produtos, WhatsApp, entrega, SEO e banner. Cada item tem um botão que leva direto para resolver.
A sua loja já existe pronta dentro do sistema — só falta ligar. É um botão. Enquanto estiver desligada, ninguém vê a vitrine; quando você liga, ela vai pro ar na hora, no endereço dotshop.com.br/ seguido do apelido que você escolher.
Aqui você define o que o cliente vê primeiro: o apelido no endereço, o nome que aparece, a sua logo e as cores da marca. O sistema confere o apelido enquanto você digita e avisa na hora se já estiver em uso.
Escolha quais formas de pagamento aparecem no checkout — PIX, cartão, boleto — ou deixe a combinar, que é o mais usado: o cliente fecha o pedido e vocês acertam o pagamento pelo WhatsApp. Nesta aba também fica o documento fiscal do pedido.
Você continua podendo combinar o pagamento direto com o cliente (o padrão). Mas se quiser que o PIX seja gerado no site e o pedido vire Pago sozinho quando o dinheiro cair, escolha quem processa:
Aqui você diz como a mercadoria chega ao cliente. Dá para oferecer retirada no balcão, entrega própria com taxa única, preço por zona de CEP, preço por bairro — ideal para quem entrega água, gás ou bebida — ou frete real de transportadora.
Você diz os dias e horários em que a loja aceita pedido. Fora desse horário a vitrine continua no ar para o cliente olhar, mas ele vê que a loja está fechada — o que evita pedido entrando de madrugada e cliente esperando resposta.
É aqui que você escreve o título e a descrição que o Google mostra quando alguém procura a sua loja, e cadastra o WhatsApp, o e-mail e as redes. O WhatsApp é o mais importante: é por ele que o cliente tira dúvida antes de comprar.
A loja tem uma aba inteira de assistentes: a IA que enriquece a descrição do produto, a que sugere resposta para pergunta de cliente, o cupom automático no carrinho, o relatório semanal no WhatsApp, o alerta de preço e o vigia do seu domínio. Tudo nasce desligado — você liga o que quiser, um por um.
Em vez de dotshop.com.br/sualoja, a loja pode atender no seu domínio. Você aponta dois registros no painel de onde comprou o domínio, clica em verificar, e o sistema emite o cadeado de segurança sozinho, de graça.
O banner é a faixa grande do topo da loja. Se você cadastrar dois ou mais, ele vira um carrossel que troca sozinho a cada poucos segundos, com setas e bolinhas — e o cliente pode arrastar com o dedo. Não existe nada para "ativar": basta ter banner ativo.
A página inicial da loja é feita de blocos. A boa notícia: a maioria se monta sozinha com o que você já vende. "Mais Vendidos" usa a venda de verdade do seu ERP — do balcão, da ordem de serviço e da loja, dos últimos 18 meses. Você não precisa escolher produto a produto.
Em vez de uma lista de nomes, você mostra cartões grandes com foto — "Cozinha", "Banheiro", "Moda", "Eletrônicos". Cada cartão junta um ou mais grupos de produtos. É o jeito mais rápido de fazer o cliente que não sabe o que quer começar a navegar.
Um produto só aparece na vitrine depois que você marca Publicado na loja. E você não precisa escrever a descrição na mão: o assistente gera o texto, as tags e o título para o Google em segundos, a partir do que você já cadastrou.
Esta é a parte que mais gera dúvida, então vai direto: por padrão, o produto esgotado continua aparecendo na vitrine — com o selo "Sem estoque", um botão "Avise-me" e jogado para o fim da grade. Ele não some. Sumir é uma opção que você liga, se quiser.
Kit é um combo: você junta vários produtos num pacote e oferece por um preço melhor. O cliente clica em "adicionar kit completo" e leva tudo de uma vez. É a forma mais simples de aumentar o valor de cada pedido.
O cupom é a alavanca de promoção mais direta que a loja tem. Você cria um código, define se o desconto é em porcentagem ou em reais, e pode limitar: valor mínimo do pedido, quantidade total de usos, quantas vezes o mesmo cliente pode usar e até quando vale.
Você programa o preço promocional com hora de início e de fim. Ele entra sozinho, aparece no bloco "Oferta do Dia" da vitrine com contagem regressiva, e sai sozinho quando acaba. Dá para montar a promoção da sexta ainda na terça e esquecer.
A barra de frete grátis é aquela que diz "faltam R$ 30 para o frete sair de graça" — e faz o cliente colocar mais um item no carrinho. Ela é desligada de fábrica: você precisa ligar e escolher o valor.
Quem visita a sua loja pode aceitar receber avisos. Depois disso você manda uma mensagem que aparece no celular dele mesmo com a loja fechada — e é de graça. Também vem desligado de fábrica.
Vale abrir a sua própria loja como se você fosse o comprador. Ela já vem com busca que sugere enquanto digita, filtros por preço e marca, comparação de produtos, olhada rápida sem sair da página, cálculo de frete pelo CEP no carrinho e checkout curto — nome, telefone e endereço.
A loja só vende se as pessoas souberem que ela existe. Copie o link e espalhe: bio do Instagram, status do WhatsApp, grupo, cartão de visita. E imprima o QR Code para colar no balcão, na vitrine e na embalagem.
Todo pedido gera um link de acompanhamento que o cliente abre sem senha para ver o status, baixar a nota e pedir troca. E ele pode criar uma conta na loja — entrando com um código que chega no WhatsApp — para ver o histórico, guardar favoritos e recomprar num clique.
Todo pedido da loja cai nesta lista, com o resumo em cima: total, aguardando contato, pendentes e pagos. É aqui que você aprova (confirmou o pagamento), recusa (não vai rolar) e, principalmente, cobra quem parou no meio.
Aqui está a regra que você precisa saber de cor: a mercadoria sai do estoque no momento em que você clica em Aprovar — não na hora em que o cliente compra. Antes disso, o pedido é só uma intenção; o saldo continua inteiro para vender no balcão.
Quando você aprova um pedido com entrega, além da venda e da baixa de estoque o sistema cria uma Ordem de Separação na expedição — a lista do que tem de sair da prateleira, sem preços (picking). É ela que alimenta o romaneio e a rota de entrega (seção 26).
O kanban é o balcão da loja em forma de quadro: cada coluna é uma etapa (aguardando contato, pendente, pago, confirmado, separando, saiu para entrega, entregue) e cada pedido é um cartão. Você vê num relance o que está parado e avança sem abrir o pedido.
Antes, arrastar o cartão mudava o status e só você via. Agora, quando você move o pedido no quadro (ou muda o status na tela do pedido), o cliente recebe uma mensagem contando o que aconteceu — e o mesmo vale quando o PIX cai: ele recebe a confirmação do pagamento.
O romaneio é a folha de separação: lista o que tem no pedido, com um quadradinho para você ir marcando enquanto embala, e um QR Code que leva o cliente direto ao acompanhamento. Dá para imprimir um pedido ou vários de uma vez.
Mandou pela transportadora ou pelos Correios? Guarde o código no pedido para o cliente acompanhar.
Tudo o que o cliente te manda cai aqui, em três abas: perguntas sobre produtos, avaliações esperando a sua aprovação e trocas em análise. Responder rápido aqui é venda — pergunta sem resposta é cliente que compra em outro lugar.
O cliente pede a troca pelo link do pedido dele. A solicitação chega para você analisar: você aprova, recusa ou conclui. Só pedido já entregue pode gerar troca.
Esta é a tela que responde "a loja está valendo a pena?". Ela mostra o resultado só da loja, separado do balcão: faturamento, número de pedidos, ticket médio, o gráfico por situação e quatro planilhas para baixar.
Sem jargão: o que cada palavra quer dizer, na prática.